
Associada SBOC em Brasília (DF) Dra. Gabriele Scattolin comenta impacto de novas ferramentas de IA no rastreamento e diagnóstico do câncer
Matéria do Correio Braziliense destacou os avanços da inteligência artificial no apoio ao diagnóstico e rastreamento oncológico, apresentando estudos internacionais que demonstram o potencial da tecnologia para identificar tumores em estágios iniciais e ampliar a precisão das análises clínicas. A reportagem trouxe pesquisas relacionadas ao câncer de pâncreas e ao câncer de mama, evidenciando o uso de ferramentas de IA no desenvolvimento de estratégias mais precoces e individualizadas para detecção da doença.
Em entrevista ao veículo, a associada da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) em Brasília (DF) Dra. Gabrielle Scattolin comentou sobre o potencial da ferramenta MechanoAge na avaliação de risco para câncer de mama. De acordo com a especialista, a tecnologia pode contribuir para um rastreamento mais personalizado, especialmente em mulheres sem mutações genéticas conhecidas ou histórico familiar da doença. “Uma ferramenta celular como o MechanoAge poderia permitir rastreamento mais individualizado, reduzindo tanto exames desnecessários quanto subdiagnóstico”, afirmou.
Gabrielle também ressaltou a importância de validar ferramentas de inteligência artificial levando em consideração as especificidades da população brasileira. “Não basta importar o algoritmo. É essencial testá-lo na população daqui, incluindo diferentes ancestralidades, faixas etárias, regiões, perfis socioeconômicos e padrões de acesso à saúde. Um algoritmo treinado fora do Brasil pode errar se não representar nossa diversidade genética e ambiental”, explicou.
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