Reportagem do G1 mostra que o desabastecimento da ciclofosfamida endovenosa, usada há décadas como quimioterápico, tem levado hospitais a adaptar tratamentos oncológicos, com substituição de medicamentos, ajustes em protocolos e reorganização de esquemas terapêuticos já estabelecidos. A matéria destaca que, em alguns casos, a falta do medicamento impede a oferta da opção considerada ideal para determinados pacientes, o que obriga equipes médicas a trabalharem com alternativas disponíveis no momento.
A Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Dra. Clarissa Baldotto, explica que os medicamentos em falta são, em geral, de baixo custo e com poucos fabricantes no mundo, o que torna a cadeia de produção mais vulnerável a interrupções, como problemas na fabricação ou na obtenção de matéria-prima.
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