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Equipe Grano

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ESG na SBOC

Entrevistas Quinta, 22 Fevereiro 2024 18:38

Durante o XXIV Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, realizado em novembro de 2023, a SBOC apadrinhou duas ONGs que atuam com cuidado oncológico na cidade do Rio de Janeiro. As instituições tiveram espaços no evento para apresentarem seus trabalhos e receberem doações. Neste podcast, Marina Nagata, consultora de Gestão de Pessoas e de ESG na SBOC, Roberta Nóbrega, coordenadora da Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, e Jeane Juver, presidente da Associação Favela Compassiva, falam sobre a importância da responsabilidade social, ambiental e de governança.

O câncer de pênis é uma forma incomum de neoplasia. No Brasil, corresponde a 2% de todos os cânceres masculinos, de acordo com o Ministério da Saúde, sendo mais prevalente em indivíduos com 50 anos ou mais. Apesar de sua baixa frequência, a identificação precoce é fundamental para impedir a evolução do tumor e prevenir a necessidade de amputação do pênis.

Durante entrevista concedida à CNN Brasil, o membro do Comitê de Tumores Geniturinários da SBOC, Dr. Augusto Mota destacou que existem vários fatores conhecidos associados ao câncer de pênis: "Um deles é a fimose, um estreitamento da pele que cobre a glande (cabeça do pênis). A fimose dificulta a higiene adequada dessa região, aumentando o risco de câncer de pênis em até 60%".

Além disso, doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e HPV, também são fatores de risco para esse tipo de câncer. “Estima-se que entre 45% e 80% dos cânceres de pênis tenham relação com o HPV”, acrescenta o especialista.

Veja a matéria no site da CNN

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020, o câncer foi responsável pelo falecimento de 10 milhões de indivíduos. No Brasil, projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam para o surgimento de 700 mil novos casos anuais ao longo do triênio 2023-2025.

Em entrevista ao Estadão, a Dra. Anelisa Coutinho, presidente da SBOC, enfatizou que as drogas inovadoras apresentam uma eficácia superior e contribuem para a redução da toxicidade associada ao tratamento do câncer: “Com isso, tem-se menos efeitos colaterais, como enjoo, o que melhora muito a qualidade de vida”. Essa abordagem proporciona aos pacientes uma jornada em direção à cura de maneira menos dolorosa, representando um avanço significativo na qualidade e tolerabilidade dos procedimentos terapêuticos.

Segundo a presidente da SBOC, o atendimento individualizado contempla desde os exames diagnósticos que consideram o histórico familiar e o perfil do paciente até o suporte das equipes multidisciplinares com psicólogos, nutricionistas e especialistas em atividade física.


Confira a matéria na íntegra

Com enorme tristeza, a SBOC recebe a notícia sobre o falecimento do oncologista clínico Dr. Celso Abdon Lopes de Mello, nessa quarta-feira, 14 de fevereiro, aos 48 anos de idade.

Membro titular da SBOC desde 2017, Dr. Celso era vice-presidente da Sociedade Brasileira de Sarcomas, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Mogi das Cruzes e líder do Centro de Referência em Sarcomas e Tumores Ósseos do A.C.Camargo Cancer Center, instituição onde há mais de duas décadas contribuía fortemente nas áreas de assistência, ensino e pesquisa.

Para a Presidente da SBOC, Dra. Anelisa Coutinho, a morte tão precoce do Dr. Celso de Mello representa uma grande perda para a oncologia brasileira. “Celso era um profissional admirável. Muito dedicado, sempre envolvido com educação e pesquisa, participativo nos grupos e presente nos eventos da oncologia. Um colega muito gentil, atencioso e querido por todos”, comenta.

Dr. Celso participou do último Congresso SBOC, coordenando o módulo de Sarcomas e sendo um dos debatedores do módulo de câncer de cólon.

O velório será realizado nesta quinta-feira, 15 de fevereiro, das 13h às 15h, no Foyer do Auditório Senador José Ermírio de Moraes, na Unidade Antônio Prudente do A.C.Camargo Cancer Center – acesso pela Rua Tamandaré, 764. Após o período de velório, o corpo seguirá para Delfinópolis (MG), sua cidade natal, onde será realizada a continuidade do velório e a cerimônia de sepultamento.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promove, até 28 de fevereiro, a Consulta Pública (CP) Nº 125, recebendo contribuições para as recomendações preliminares relacionadas às propostas de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

A tecnologia avaliada em oncologia é:

Osimertinibe

Consulta Pública 125 (UAT 116) – ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promove, até 28 de fevereiro, a Consulta Pública (CP) Nº 125 , recebendo contribuições para as recomendações preliminares relacionadas às propostas de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

A tecnologia avaliada em oncologia é:

Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT)

Períodos de festa, como o Carnaval, tendem a ser mais propícios para o consumo de drogas lícitas e ilícitas entre os jovens. Nos últimos anos, os Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) se tornaram mais comum nessa população, o que motivou a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) a fazer um alerta sobre os impactos negativos causados por tais produtos.

De acordo com pesquisa apresentada pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), mais de dois milhões de brasileiros afirmaram ter usado os DEFs com o objetivo de deixar o cigarro tradicional, e outros seis milhões de pessoas fumantes disseram já ter experimentado o cigarro eletrônico em algum momento.

Desde 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação e a comercialização de cigarros eletrônicos no Brasil, o que torna o produto ilegal no país. De acordo com o estudo Risco de iniciação ao tabagismo com o uso de cigarros eletrônicos: revisão sistemática e meta-análise, conduzido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e publicado em 2022, o uso de cigarros eletrônicos aumenta em mais de três vezes o risco de experimentação do cigarro tradicional.

Além de servir como uma porta de entrada para o consumo de tabaco, o coordenador do Comitê de Tumores Torácicos da SBOC e oncologista clínico, Dr. William Nassib William Junior, alerta sobre a presença de nicotina nos dispositivos, considerada uma substância altamente viciante: “Além de não ser um método seguro para quem quer parar de fumar, os cigarros eletrônicos também causam dependência e outros problemas de saúde”, comenta.

Segundo o especialista, diversas pesquisas demonstram que o uso de tais dispositivos está associado ao risco aumentado para doenças pulmonares e cardiovasculares, exacerbação de asma, tosse, dispneia e inflamações pulmonares perigosas.

Dr. William esclarece que até o momento não existe ligação comprovada entre o uso de cigarros eletrônicos e o desenvolvimento de câncer porque o hábito ainda é recente, portanto, não houve tempo suficiente para os estudos detectarem esta relação. No entanto, o fato de não haver essa comprovação não significa que ela não exista. O especialista explica que no caso do cigarro tradicional foram necessárias décadas de estudos e a morte de milhares de pessoas por câncer antes que esta associação fosse estabelecida.

Ele ainda destaca que diversas substâncias presentes nos dispositivos são conhecidas por serem cancerígenas. “Embora a quantidade dessas substâncias seja aparentemente menor em comparação com os cigarros tradicionais, isso não significa que os cigarros eletrônicos sejam seguros”, enfatiza o oncologista.

No Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) figurou entre os principais veículos de comunicação do Brasil, fazendo um alerta sobre a importância do diagnóstico precoce para o enfrentamento da doença. De acordo com dados do Censo SBOC da Oncologia Clínica, realizado em parceria com o Instituto Datafolha, 31% dos especialistas entrevistados consideram o diagnóstico tardio como um dos principais problemas para o controle do câncer no Brasil.

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da SBOC, Dra. Anelisa Coutinho, destacou que o Censo possibilitou à entidade compreender os desafios enfrentados pelos profissionais da área e ressaltou que, com base nessas informações, a Sociedade tem trabalhado para estabelecer parcerias que auxiliem o governo e outros tomadores de decisão em diversas iniciativas voltadas ao acesso e a novas terapias. Além disso, em eventos e canais de comunicação com a sociedade, a SBOC tem promovido ações de conscientização e prevenção do câncer.

A matéria foi repercutida por outros veículos como Portal UOL, IstoÉ e Exame.

Confira a matéria na íntegra

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