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Atenção

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Residentes em Oncologia

O Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP/HSL) está com inscrições abertas para o curso de pós-Graduação de Especialização em Neuro-Oncologia que  pretende ampliar conhecimentos e recursos clínicos e cirúrgicos, agregando técnicas modernas no diagnóstico e ao tratamento das neoplasias do Sistema Nervoso Central.

 

Mais informações: http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/iep/pos-graduacao/Paginas/Curso.aspx?atividade=239&pnv=0

Mais de mil seguidores

Notícias Quinta, 18 Dezembro 2014 17:07

A cada dia, mais e mais pessoas estão interessadas em acompanhar e seguir as publicações da fanpage da SBOC. Nesta semana, a página oficial ultrapassou o número de mil curtidas. Esse interesse gera grandes expectativas para o aumento do público no próximo ano.

 

Segundo os analistas de redes sociais que cuidam da fanpage da SBOC, esse número só tende a crescer. Conforme justificaram, com a remodelação da moldura e das peças gráficas, que começaram a ser publicadas no início de dezembro, a página ganhou uma “cara nova”, despertando mais interesse do público. Posts curtidos e compartilhados pelo público que segue a página estão entre os principais fatores que tornam a fanpage ainda mais conhecida pelos usuários do facebook.

 

Tudo isso, porque o conteúdo postado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica abraça temas que dialogam com o dia a dia do médico e do paciente oncológico. Além disso, o conteúdo sempre traz temas agradáveis pautados por boas dicas de saúde e bem-estar.

E você: já curtiu a nossa página? Então curta, compartilhe, escreva um comentário e indique para seus amigos.  Acesse aqui

Objetivo é chamar a atenção sobre os sintomas e tratamentos da dor associada ao câncer
De todos os sintomas que um paciente com diagnóstico de câncer apresenta, a dor é o mais temido. Apesar disso, pouca atenção tem sido dada ao tratamento da dor oncológica quando comparada aos avanços tecnológicos no controle do câncer. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dor acomete 60 a 80 % dos pacientes com câncer, sendo 25 a 30% na ocasião do diagnóstico e 70 a 90% com doença avançada. Esses dados levaram a OMS a declarar a dor associada ao câncer uma Emergência Médica Mundial. Para amenizar esse cenário e promover a melhora da qualidade de vida dos pacientes que sofrem com a dor, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) lançou seu 1º Consenso de Tratamento da Dor Oncológica, que mostra sugestões de abordagens e medidas de tratamentos adequados.

“Grande parte dos pacientes que têm câncer sofrem com dores fortes, agudas ou crônicas, consequentes do tratamento ou até mesmo da própria doença. Por isso, é importante capacitarmos cada vez mais os profissionais de saúde na perspectiva de melhorar os serviços prestados e a condição de vida dos que estão acometidos pela enfermidade”, explica Evanius Wiermann, oncologista e presidente da SBOC.

Sob a coordenação da SBOC, e com o apoio da farmácia Mundipharma, a elaboração do material reuniu renomados médicos com especialização no tratamento da dor e/ou cuidados paliativos, e é o primeiro relacionado ao tema feito pela Sociedade no Brasil. O documento está disponível para acesso no site da SBOC  http://www.sboc.org.br/consenso-da-dor-oncologica/.

Participaram da elaboração do Consenso:
• Dr. Evanius Wiermann, oncologista e Presidente da SBOC
• Dr. Ricardo Caponero, oncologista da Clínica de Oncologia Médica - Clinonco, São Paulo
• Dra. Maria del Pilar Estevez Diz, coordenadora médica da oncologia clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
• Dr. Roberto Bettega, oncologista e presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, Curitiba
• Dra. Andreza Souto, oncologista da clínica OncoVida, Brasília
• Dr. Paulo Sergio Lages, oncologista da Centro Goiano de Oncologia, Goiânia
• Dra. Carolina Zau Araújo, oncologista da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, Maceió
• Dr. Barry Cole, Psiquiatra especialista no Manejo da Dor, Associação Psiquiátrica de Nevada, EUA

SOBRE A MUNDIPHARMA

A Mundipharma é uma farmacêutica que entrega produtos de alta qualidade, alinhados com os valores de inovação e compromisso com os pacientes, que representam a empresa. Tem como missão aliviar o sofrimento das dores causadas pelo câncer e outras enfermidades, melhorar substancialmente a qualidade de vida das pessoas tratadas. A Mundipharma está dedicada a trazer novos tratamentos e oferecer opções preventivas em áreas como a dor, oncologia, doenças respiratórias, artrite reumatoide e antisséptico de cuidados pessoais.

 

DOR ONCOLOGICA

Sucesso de mídia em 2014

Notícias Segunda, 22 Dezembro 2014 10:47

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), reconhecida com uma das entidades mais bem estruturadas dessa especialidade médica na América Latina, foi sucesso absoluto de mídia em 2014, com mais de 60 inserções na mídia, entre entrevistas para emissoras de rádio e televisão e jornais e revistas, com o presidente da SBOC, Dr. Evannius Wiermann e oncologistas associados.

 

Esse número fica ainda maior se levarmos em conta os portais de notícia que replicam matérias de outros sites, considerando o período de abril a dezembro, quando foi contratada uma empresa especializada em assessoria de imprensa/comunicação.

 

Com essa importante ferramenta, a SBOC marcou presença em diversas solicitações do jornalismo brasileiro nas áreas de saúde e oncologia, com temas relacionados à prevenção e ao tratamento dos variados tipos de câncer, desde os mais populares até aqueles considerados raros. Entre os veículos, destacamos Jornal Nacional, CBN, Rádio Jovem Pan, Portal R7,  Folha de São Paulo e Correio Braziliense.

 

Além das matérias informativas, a SBOC também assinou artigos de opinião nos principais jornais impressos brasileiros. Tudo isso contribui para que não só os jornalistas, mas também o cidadão brasileiro reconheça a Sociedade Brasileira de Oncologia como uma instituição de referência em oncologia.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) orgulhosamente anuncia a entrada do oncologista Luiz Alberto Silveira na Academia de Medicina de Santa Catarina (Acamesc). A condução ocorreu no dia 5 de dezembro.

Dr. Luiz Alberto é ex-presidente da Comissão de Ética da SBOC e ex-diretor durante a última gestão da entidade. Agora ele é acolhido como Membro Titular da Acamesc.

Ele passa a ocupar a cadeira de número 16, cujo patrono é o Dr. Ayrton Roberto Oliveira.

O Dr. Luiz Alberto lembra que a cadeira 16 era ocupada pelo admirável médico de Santa Catarina, Dr. Ernesto Francisco Damerau, que passou a Membro Emérito. “Eu me sinto honrado por estar entre 48 acadêmicos dentre 12 mil médicos do estado de Santa Catarina. A SBOC teve parte importante na minha biografia e me levou a essa conquista profissional”, comemora.

Concurso 2015_Residência Médica em Cancerologia Clínica.

CLIQUE AQUI E ACESSE O EDITAL

 

EDITAL 2015 DE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TRATAMENTO DA DOR E MEDICINA PALIATIVA DA FACULDADE DE MEDICINA/UFRGS

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abre inscrições para Curso de Especialização em Tratamento da Dor e Medicina Paliativa.

Público Alvo e Área de Atuação:
Médicos, fisioterapeutas, odontólogos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos, farmacêuticos, terapeutas educacionais, nutricionistas e fonoaudiólogos.
20 vagas disponíveis.
Período de inscrições: 02/01/2015 – 20/01/2015

Inscrições e maiores informações:
Enviar curriculum vitae para Prof. Wolnei Caumo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

CLIQUE AQUI E VEJA O CARTAZ DO CURSO

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) já começou o ano participando ativamente da mídia. Ela foi demandada para comentar uma nova pesquisa de destaque internacional realizada por cientistas norte-americanos. Publicado na primeira edição de 2015 da prestigiada revista Science, o estudo mostra que a causa da maioria dos tipos de câncer começa por acaso.

Conforme o levantamento, os genes de uma pessoa e os hábitos de vida dela não são suficientes para responder o que leva um indivíduo a desenvolver câncer. Se por um lado essa informação confortaria muitos pacientes que se sentem culpados por desenvolver algum tipo de carcinoma, por outro, ninguém deve abrir mão de levar uma vida saudável.

O presidente da SBOC, Dr. Evannius Wiermann reforçou essa mensagem em entrevista ao Jornal Nacional no início do mês. Para ele, ninguém está isento de ter uma doença como o câncer, mas isso não quer dizer que correr todos os dias e ter uma boa alimentação, por exemplo, não seja essencial para a prevenção de alguma doença. “Estilo de vida também contribui para essa situação”, frisou.

Assista à matéria na íntegra:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/estudo-diz-que-causa-da-maioria-dos-tipos-de-cancer-comeca-por-acaso/3869216/

Os perigos da exposição ao sol

Notícias Quarta, 21 Janeiro 2015 13:50

Este artigo foi assinado pelo Dr. Evanius Wiermann, oncologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). O texto foi publicado originalmente no dia 19 de janeiro no caderno "Opinião" do jornal Estado de Minas. 

 As altas temperaturas deste verão acendem o alerta não somente para desconfortos e insolações, mas também para a mais temível das doenças promovidas pela exposição ao sol: o câncer de pele. Nesta época se propagam campanhas de cuidados redobrados com os raios solares. Mas apesar de todas as mobilizações, os números do avanço da doença não dão trégua. Cada vez mais brasileiros são vítimas da neoplasia, que corresponde a 25% dos tumores malignos registrados no país, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para 2015 são esperados 182 mil casos de câncer de pele no Brasil.

Pequenas manchas avermelhadas ou acastanhadas de crescimento lento. Pintas que mudam de cor ou de formato. Feridas que não cicatrizam. Esses sintomas, que à primeira vista parecem ter pouca gravidade, são, na verdade, os principais sinais do surgimento da doença na pele, considerado o maior órgão do corpo humano. Muitas pessoas minimizam a importância desses sintomas, o que atrasa o diagnóstico e deixa o paciente mais distante da cura. É importante pontuar que a doença é grave e pode levar à morte por metástase – quando o problema evolui e compromete outros órgãos.

Em 90% dos casos, a doença é provocada, basicamente, pela exposição excessiva ao sol. Pessoas com história familiar da doença, de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, albinas, as que se expõem a agentes químicos excessivamente e têm muitas pintas constituem a população de maior risco para desenvolver a doença. No entanto, existem outras causas menos divulgadas como viroses, alterações genéticas, infecções e contato prolongado com um defensivo agrícola chamado arsênico.

Os tumores de pele podem se manifestar em partes variadas do corpo, porém são mais frequentes no rosto, braços, nuca e costas, que são as áreas comumente mais expostas à radiação solar. Os raios UV que nos atingem podem ser dos tipos A e B, já que os raios UV-C não chegam a terra. Esses raios agem de forma diferente, apesar de ambos serem prejudiciais à saúde da pele. Enquanto o tipo A atua de forma cumulativa e constante, as frequências são praticamente as mesmas durante todo o ano e a qualquer hora do dia. Em longo prazo causa manchas e rugas.

A melhor proteção contra estes raios é a barreira física. Chapéus, bonés e roupas ajudam a driblar a ação deles na pele. Os olhos também sofrem com os raios solares e precisam de proteção, por isso é importante investir em um modelo que possua fator de proteção solar. O uso de protetores solares apropriados ao tipo de pele do individuo é fundamental. O protetor deve ser usado em todas as partes do corpo expostas ao sol, sendo reaplicado a cada 3 horas.

Não confie apenas no protetor solar. Também deve ser evitada a exposição solar entre 10 e 16h (horário de verão). É importante ressaltar que as barracas usadas na praia sejam feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material. Fique atento à saúde da sua pele, e lembre-se que a prevenção é o maior passo para se evitar o câncer.

O consumo prolongado de carne vermelha é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer. Embora várias teorias tenham tentado explicar esta associação, nenhuma foi conclusivamente comprovada. Agora, um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstra que determinadas formas de uma substância conhecida como ácido siálico não humano, o ácido N-glicolilneuramínico (Neu5Gc), presente na carne vermelha, pode incitar um processo inflamatório que predispõe ao câncer.


O Neu5Gc é uma substância que depois de metabolizada fica biodisponível nos tecidos humanos, o que gera a produção de anticorpos em circulação. A interação entre os antígenos circulantes e os anticorpos anti-Neu5Gc é capaz de estimular processos inflamatórios, levar à carcinogênese e à progressão do tumor.


A descoberta foi evidenciada em uma pesquisa clínica com cobaias, que foram alimentadas com uma dieta contendo Neu5Gc. Com o tempo, as cobaias desenvolveram evidências de uma inflamação sistêmica e com maior risco para o desenvolvimento de tumores do fígado quando comparado com o grupo controle. No grupo que recebeu dieta com Neu5Gc, houve uma incidência cinco vezes maior de cancer do fígado.


Para os pesquisadores, o estudo traz dados que fornecem uma explicação para a associação entre o consumo de carne vermelha e o risco de câncer. O oncologista Antonio Carlos Buzaid, diretor geral do Centro Oncológico Antonio Ermírio de Moraes (COAEM), explica que a pesquisa demonstra a correlação entre o Neu5Gc e a inflamação crônica associada ao desenvolvimento de tumores. "Há tempos foi estabelecido o nexo epidemiológico entre o consumo de carne vermelha %u2014 bovina, suína e de cordeiro %u2014 e a incidência de doenças como o câncer e diabetes. Populações que consomem pouca ou nenhuma carne vermelha apresentam menores taxas de câncer", esclarece o especialista. "Agora, esse estudo demonstra em um modelo animal o papel da inflamação crônica desencadeada pelo consumo da carne".


O organismo humano é geneticamente incapaz de produzir Neu5Gc, mas esta molécula é detectável em superfícies de epitélio humano e do endotélio, e aparece em valores ainda mais elevados em tecidos malignos. Assim, a única via para tornar possível a biossíntese deNeu5Gcé a ingestão dietética, especialmente pela carne vermelha.


A hipótese dos pesquisadores da Califórnia não foi comprovada em humanos, mas não resta dúvidas de que o estudo lança luz sobre os efeitos deletérios do consumo da carne vermelha e explica por que o churrasco de frango recebe sinal verde, enquanto o de carne continua sob fortes críticas. O problema é mesmo a carne e não tanto o processo de grelhá-la, como antes se pensava. Embora os dados disponíveis na literatura indiquem em humanos uma forte associação entre o consumo de carne vermelha e o câncer de colon, o modelo animal que demonstrou o impacto do Neu5Gc evidenciou aumento de risco para câncer de figado, que é a forma mais comum de câncer nas cobaias estudadas, o que neste caso foi considerado como a "prova de princípio" da investigação.


Os pesquisadores também demonstraram que a quantidade de Neu5Gc varia entre os diferentes grupos de alimentos e até mesmo de acordo com a forma de preparo. O bife, por exemplo, contém um dos mais altos níveis da substância, com 231 microgramas de Neu5Gc por grama de carne. Em produtos derivados do leite, a presença chega a 43 microgramas de Neu5Gc por grama, como é o caso do queijo de cabra. Em contraste, aves e ovos não contêm Neu5Gc, enquanto nas frutas e vegetais não há nenhum tipo de ácido siálico. Nos frutos do mar também não foram encontradas quantidades significativas de Neu5Gc, com exceção do caviar (veja quadro abaixo).


Resumo do conteúdo e percentagem de Neu5Gc (em relação ao total de ácidos siálicos) dos vários grupos de alimentos.

voc-carne-vermelha.xlsx