A SBOC acaba de lançar edital para jovens especialistas interessados em integrarem os Comitês Temáticos e de Especialidades da entidade, como forma de auxiliá-los, neste momento crucial de suas carreiras, a ampliarem e construírem conexões valiosas com colegas mais experientes.
Entre as principais atribuições dos Comitês SBOC estão o suporte técnico à Diretoria na criação de projetos e ações da área educacional e a elaboração de materiais, campanhas e iniciativas relacionados ao tema de atuação do Comitê. Sempre que solicitados pela Diretoria, os membros dos Comitês podem atuar como porta-vozes junto à imprensa, assim como representantes da SBOC em reuniões com órgãos governamentais ou com outras Sociedades médicas. Ressaltamos, porém, que os membros de qualquer Comitê não representam a SBOC legalmente.
Ao todo são 26 vagas disponíveis, uma por Comitê. As inscrições devem ser feitas até 19 de dezembro de 2024, neste formulário. São pré-requisitos para a seleção ser associado SBOC e cumprir os critérios de jovem oncologista: ter se formado há no máximo cinco anos e ter até 40 anos no momento da candidatura.
Na última quinta-feira, 5 de dezembro, a Associação Médica Brasileira (AMB), junto de 20 de suas Federadas e 40 de suas Sociedades de Especialidade, entre as quais a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), manifestou apoio ao Projeto de Lei 2.294/2024, que estabelece a obrigatoriedade do Exame Nacional de Proficiência em Medicina.
A declaração foi feita por meio de uma carta assinada pelas entidades e encaminhada ao senador Flávio Arns, presidente da Comissão de Educação do Senado Federal, onde a proposta se encontra atualmente.
As instituições médicas demonstram, no posicionamento, preocupação com o alto número de escolas médicas no país, muitas delas sem os requisitos mínimos para um ensino adequado em termos de estrutura e/ou corpo docente, comprometendo a boa formação dos médicos e consequentemente o atendimento à população.
Por isso, as entidades enxergam a necessidade de um exame que garanta a formação teórica e prática, bem como a ética profissional, para uma medicina de qualidade. Esse tipo de avaliação está alinhada com as melhores práticas internacionais e ocorre em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália.
No Brasil, há práticas semelhantes e já consolidadas em outras profissões regulamentadas. Casos dos exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Para as instituições médicas, a adoção de um exame a estes moldes é ainda mais relevante por conta da natureza crítica das decisões tomadas por estes profissionais.
O Trimodal é uma série de eventos online com discussão multidisciplinar em oncologia, promovidos em conjunto por SBOC, SBRT e SBCO.
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A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) esteve presente na figura da diretora-executiva, Dra. Marisa Madi, representando a presidente Dra. Anelisa Coutinho, em 28 e 29 de novembro, na reunião do Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira (AMB), no Recife (PE). O grupo é formado por 27 Sociedades de Especialidade escolhidas por eleição e pelas 27 Federadas estaduais da instituição nacional.
Durante os dois dias, os médicos debateram temas como a valorização dos títulos de especialistas; a formação médica no Brasil; a necessidade de uma carreira médica de Estado; a padronização dos editais de provas de titulação; entre outros tópicos.
“Foi um momento importante para definirmos o planejamento e as ações futuras da AMB, junto das Federadas e Sociedades de Especialidade. Tivemos encontros relevantes e a oportunidade de trocar experiências com outras entidades, com o objetivo de fortalecermos a medicina brasileira e promovermos o melhor exercício possível para o médico e qualidade e segurança para os pacientes”, comentou Dra. Marisa Madi.
Encontro na sede da SBOC
Nesta quarta-feira, 4 de dezembro, Dra. Anelisa Coutinho e Dra. Marisa Madi receberam na sede da SBOC, em São Paulo (SP), os Dr. César Eduardo Fernandes, presidente da AMB, e Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor científico da Associação.
“Ficamos honrados de receber a AMB em nossa sede. Nesta oportunidade, tivemos uma reunião que reflete a consolidação da parceria, construída e solidificada ao longo dos últimos anos. Tratamos de temas relevantes para ambas instituições, muitos deles com intersecção e o objetivo comum de fortalecimento da especialidade, com foco na qualidade da formação do especialista e na promoção de meios de atualização”, detalhou Dra. Anelisa Coutinho.
“Tivemos uma reunião onde nos mostraram toda a realidade atual da SBOC, uma entidade extremamente organizada, moderna e com uma gestão competente. Trocamos ideias a respeito de parcerias que podemos fazer e como podemos aproveitar para compartilhar esses bons hábitos de gestão. Parabenizo a SBOC pela excelência e pela qualidade das instalações, além do excelente Congresso, das ações educativas e pela busca de boas práticas em saúde pública para pacientes oncológicos”, declarou Dr. César Fernandes.
Além de membro do Conselho Deliberativo da Associação, a SBOC é a entidade que representa a oncologia clínica junto à entidade nacional. Recentemente, foram diversas as ações em parceria, como a participação da Sociedade no 2º Congresso de Medicina Geral da AMB, com um estande, e na redação do Tratado de Medicina Geral, destinado a médicos generalistas, bem como a participação da AMB no Congresso SBOC 2024. É emitido em conjunto, ainda, o Título de Especialista em Oncologia Clínica (TEOC).
O coordenador do Comitê de Tumores de Pele da SBOC, Dr. Rodrigo Munhoz, e o associado Dr. Antonio Carlos Buzaid comentam os meios de prevenção e o tratamento dos tumores de pele, os mais recorrentes no Brasil e no mundo.
Uma atualização ampla da norma que regula a pesquisa clínica no Brasil foi aprovada na última quarta-feira, 27 de novembro. As novas regras foram aceitas pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pretendem permitir maior atratividade do Brasil para investimentos em pesquisa clínica.
As mudanças ocorrem após a importante sanção da Lei 14.874/24, em maio último, que regulamentou a pesquisa clínica com seres humanos no país, estabelecendo diversos parâmetros e responsabilidades para pesquisadores e patrocinadores e criando um arcabouço jurídico para o setor.
A atualização da Anvisa foi proposta pela área técnica da Agência e contou com 240 contribuições durante a fase de consulta pública. A Diretoria da entidade entende que a modernização das estratégias regulatórias será essencial para consolidar um ecossistema de inovação robusto no Brasil, atendendo às necessidades da saúde pública e impulsionando o desenvolvimento tecnológico.
As novas regras têm foco em reduzir entraves burocráticos e facilitar o desenvolvimento clínico de medicamentos, sem reduzir os parâmetros técnicos necessários para comprovação de sua segurança e eficácia. A atualização será publicada na forma de uma Resolução da Diretoria Colegiada com as diretrizes e procedimentos e de uma Instrução Normativa (IN) que define a lista de autoridades estrangeiras equivalentes que poderão ser utilizadas para otimizar as análises.
Para o coordenador do Comitê de Pesquisa Clínica, Dr. Fábio Franke, atualizações que tornem o Brasil um país seguro e atrativo para pesquisa clínica são bem-vindas. “Agora, é importante que a regulamentação da Lei 14.878 seja publicada com celeridade e outros órgãos importantes que regulem o tema também se manifestem.”
Algumas das principais novidades das normas da Anvisa são:
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) promove, até 11 de dezembro, a Consulta Pública (CP) Nº 84.
A tecnologia avaliada é:
Inibidores da tirosina quinase
Indicação: para câncer de pulmão não pequenas células com translocação em ALK em estágio localmente avançado ou metastático como 1ª linha de tratamento